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Salve Primavera


Postado em 22/09/2014 - 21:20 por Administrador

 Hoje se inicia a nova estação, a primavera, que nos traz chuvas, flores, consequentemente frutos e nos prepara em calor para o verão. De todos os invernos secos, esse talvez tenha sido o mais urgente em chuvas e nessa primavera, especificamente, estão depositadas nossas esperanças de água, de reservatórios cheios e tranqüilidade para a manutenção da vida. Sim, pois sabemos que estamos em processo de transformação climática e, para podermos sempre reconhecer a nossa primavera, como ela sempre foi reverenciada, precisamos nos impor limites.

Trouxe aqui algumas festas mundo afora, que saúdam a primavera pela beleza e pela transformação que ela traz, pela vida que ela representa.

 

HOLI, Índia: É conhecido como o festival das cores. Coincide com a chegada da primavera e nesse ritual, crianças atiram tintas umas nas outras, assim como em seus pais e nos adultos, até que todos ficam totalmente pintados, coloridos.

Essa festa no hinduísmo simboliza a lenda de Radha e Krishna, que descreve o prazer que Krishna teve em dar cores a Radha e Gopis.

 

CHERRY BLOSSOM FESTIVAL, Whashington, EUA: Essa festa foi criada para comemorar um presente de Yukio Ozaki, de Tokyo, que presenteou a cidade com 3 mil árvores de cerejeira. A festa todos os anos fortalece os laços entre as duas nações.

São feitos desfiles, paradas, shows, feiras ao ar livre e exposições.

 

 

FESTIVAL DA PRIMAVERA CHINÊS: É comemorado junto com o ano novo chinês, por isso são as festividades mais importantes e alegres da China.

As famílias comemoram unidas, há fartura nas mesas, a decoração se manifesta pelas tradicionais lanternas. Há várias manifestações culturais, como óperas, desfiles, feiras e danças por todo o país.

Mesmo com a melhora do nível de vida chinês, tanto econômico como social, a população mantém as tradições do país. 

 

EXPOFLORA, Holambra, Brasil: É a maior exposição de flores da América Latina, anualmente montada em Holambra para festejar a chegada da primavera.

Holambra é uma cidade do interior de SP, de imigração holandesa que trouxe de suas origens as técnicas de plantio e seu amor pelas flores.

São mais de 350 produtores e expositores, bem como mais de 300 mil visitantes por ano. Acontece entre os meses de agosto e setembro no parque de exposições da cidade, onde existe uma estrutura capaz de acolher com conforto e beleza todos os visitantes, com construções em estilo holandês.

 

Blog solidário - Monique Futscher


Postado em 15/09/2014 - 17:57 por Administrador

 

 Mais uma história de sucesso para contarmos no nosso blog solidário. Vamos apresentar uma super empreendedora social, Monique Futscher, que nos conta aqui embaixo a sua vivência com a solidariedade, que ela faz aflorar 24 horas por dia. São vários os projetos em que ela está engajada e nos ensina que, acima de tudo, solidariedade é uma coisa tão simples como ajudar o vizinho, economizar água, ser amável com quem nos rodeia. 

 

Muitas pessoas têm me procurado depois que começamos a divulgar trabalhos sociais, querendo ajudar e fazer parte dessas ideias. Essa aqui é uma super oportunidade, pois aquilo que a Monique faz no Rio de Janeiro, todo mundo pode fazer e desenvolver na sua cidade. E mais... ela é uma pessoa super solícita e aberta, portanto, troquem ideias, peguem sugestões, trabalhem em conjunto!

Deixo aqui o depoimento da Monique, um beijo e uma ideia... 

 

Solidariedade
 
Acredito que já pratico a Solidariedade há muitos anos. Sempre me vi ajudando. Fosse com atitudes, com gestos, com palavras. Sempre fez parte de mim estender a mão ao 
próximo. Desapegada de certos valores, ainda que sempre tivesse sido cuidadosa com as minhas coisas. Acostumei a ouvir do meu pai, que tudo era passageiro. Que nada era nosso. Papai dava pouca importância a valores, a posses. Encarava bem as perdas. Mamãe, nem tanto. Então, eu cresci vendo que os valores reais são os sentimentos. 

Ser solidário dá muito trabalho. Por vezes quem pratica, quem é solidário é muito mal interpretado. É como se vc fosse um desocupado que não tem nada o que fazer e brinca de ajudar. Ser solidário é muito mais complexo. É realmente você sentir como o outro sente. É sentir na pele a mesma dor. É se aprofundar no problema. É se colocar no lugar.

Assim que dei entrada na minha aposentadoria, ficou claro para mim que eu iria procurar algum trabalho voluntário. Como  foi difícil encontrar. As pessoas não acreditam em você. Não te julgam capaz de tamanha dedicação. Após muita procura, fui parar nas Organizações das Voluntárias do Parque Lage. Uma entidade fundada em 1945 por Dona Carmela Dutra, dentro do Parque Lage, na Rua Jardim Botânico no Rio de Janeiro.

Lá, eu e mais inúmeras senhoras cujas idades variavam entre 60 e 80 anos, sendo eu aos 53 anos a mais nova, nos reuníamos e fazíamos as nossas costuras solidárias.

Fazíamos diversos trabalhos, assim como também recebíamos doações de roupas novas e usadas e as encaminhamos aos necessitados. Fazíamos por vezes, transformações nas peças de roupas. Um lençol de casal virava dois lençóis de solteiro e assim por diante.

Quando costuro, conserto, arrumo, organizo as roupas, procuro deixar passar para as peças bons sentimentos, bons fluidos, boas energias. E mais uma vez procuro fazer o meu trabalho com prazer. O prazer de fazer ou tornar alguém mais feliz. Esta é a minha maneira de viver de forma solidária.

Mas tudo na vida exige mudanças. Saí da Organização das Voluntárias e criei um grupo. O Grupo Micas, onde eu geralmente coordeno e disparo as ações. Somos senhoras de certa idade e quando é possível nos juntamos e costuramos. Quando não conseguimos estar todas juntas em um mesmo dia, procuramos fazer as nossas costurinhas e tricot e depois eu me incumbo de organizar e entregar as doações.

Ao mesmo tempo, eu atuo também como blogueira onde procuro falar sobre Sustentabilidade, Meio Ambiente e Preservação da Natureza. Ajudo também a diversos artesãos na divulgação dos seus trabalhos, assim como promovo exposições, além claro, de captar matéria prima específica para aquele artesão do momento.

Sou voluntária em uma creche no morro do Rio de Janeiro. Conto histórias para as crianças ou faço trabalhos de artes com as professoras e quando tenho oportunidade, faço captação de materiais para a creche ou de pessoal criativo que queira fazer uma atividade por lá.

Sou voluntária em uma ONG de animais em Miguel Pereira (RJ) onde além de doar, divulgo trabalho nos brechós e bazares para captação de renda em prol dos animais ajudados.

Ajudo como voluntária em vários hospitais públicos no Rio de Janeiro, fazendo com o Grupo Micas as costuras solidárias: fraldas de pano, cueiros, sapatinhos de bebê, sapatinhos de idosos, além de também captar ajuda de doações ou donativos.

Atuo como voluntária na Liga das Hansenianas onde ajudo com as costuras solidárias e também com a captação de doação de materiais específicos para a Liga. Recolho matérias primas para artesãos, professoras de escolas carentes como vidros, papéis, papelões, fitas, caixas diversas, entre outros tipos de materiais.

Dentro do meu edifício procuro ser solidária ao máximo com a vizinhança de idade avançada ou com crianças pequenas. É comum as vizinhas me solicitarem para levar os filhos na escola, em cursinhos, etc. Com os idosos sou solícita e me ofereço para ajudá-los a atravessar a rua, acompanhá-los a algum lugar, comprar remédios, etc.

Realizo práticas sustentáveis: faço compostagem, evito desperdícios, incentivo a economia de água, luz, entre outros recursos naturais. Visito hospitais, asilos, locais com dificuldades e na maioria das vezes, tento ajudar de maneira espontânea e anônima.

Estou escrevendo este relato por convite da Adriana Braga na intenção de falar sobre um trabalho que venho desenvolvendo e que em muitas vezes solicito ajuda. Divulgo estas ações do Grupo através da minha página no Facebook: Mimirabolantes & Micas, onde em muitas vezes sou atendida.

Sou muito ética, cuidadosa e procuro respeitar ao máximo o próximo. Consegui uma grande credibilidade devido a transparência das minhas ações junto ao grupo ou individualmente. E me sinto cada vez mais e mais feliz. Acredito que a maior  beneficiada sou eu em poder ter toda esta oportunidade de ajudar.

Qualquer pessoa pode nos estender a mão e nos oferecer ajuda.

 

Disponibilizo o número do meu celular: (21) 97123-5873

E meu endereço de e-mail: moniquefutscher@hotmail.com  ou

futschermonique@gmail.com para quem quiser entrar em contato conosco


Monique  Futscher

Autora do Mimirabolantes 

 

Criadora do Micas


www.mimirabolantes.blogspot.com e www.miguelpereira-mimirabolante.blogspot.com



 

 

Diferenças entre Bijuterias e Semijoias


Postado em 26/08/2014 - 02:43 por Administrador


 

 

 

 

 

 

 

Muitas vezes os termos se confundem e são tratados como sinônimos, mas existem diferenças muito características entre os dois tipos de produto. São essas diferenças que justificam muita vezes a variação de preços entre os dois produtos.

 As peças de semijoias (ou comumente chamadas peças Folheadas) são feitas de metal comum e recebem um banho de metais nobres (ouro, prata e ródio) de acordo com a tonalidade desejada.

 São produzidas da mesma forma que as jóias, através da fundição e da cravação manual das pedras. São produtos artesanais planejados desde a criação por designers, são criadas de acordo com as tendências internacionais e produzidas em pólos industriais muito bem estruturados.

 Diferenças

As principais diferenças entre as bijuterias e semijoias são: 

 

  • Bijoux: São feitas de metal comum e recebem banho de níquel ou cromo para ganhar brilho. Normalmente são  usados metais mais leves, de estrutura mais frágil. É difícil ver uma bijuteria com pedra natural. Normalmente usam resinas, pedras artificiais e até mesmo o plástico como adorno.

 

  • Semijoias: O banho não possui níquel, o que faz delas peças antialérgicas. Os banhos são de ouro e prata e quanto mais camadas de folheamento tiverem, mais resistentes serão.

 

Peças com menos de 4 camadas não são recomendadas, pois oxidam facilmente.

Na Lapidarius usamos banhos de 5 a 10 microns (unidades de cobertura). Normalmente peças que encontram mais atrito, como anéis e pulseiras são banhados com 10 microns e as outras, como brincos e gargantilhas com 5 microns.

Todos os tipos de pedras são utilizadas, desde as mais finas pedras lapidadas, até pedras sintéticas de boa qualidade e bem montadas.

Banhos 

 

  • São duas técnicas de banhos, uma por peso (milésimos) e outra por área (microns). Bijuterias são banhadas por peso, pois são mais leves e isso reduz os custos. Semijoias (mais pesadas) são banhadas por área, o que dá um resultado mais homogêneo e de melhor qualidade.

 

  • Banho de ródio: Em joalheria, por ser um procedimento caro e nobre, tende-se a chamá-lo de “tratamento” de ródio. Ródio é um metal da família da platina, caro, que dá brilho aos metais brancos. Ele é usado como “tratamento” por proteger a peça de substâncias corrosivas e ácidas. Ele protege a peça por 1 a 2 anos, mas pode começar a partir daí a se desgastar, principalmente em anéis e alianças. As peças que recebem esse tratamento são chamadas “rodinadas”. Ele é tão forte que transforma peças de metal amarelo, inclusive o ouro, em peças prateadas.

 

Gostou da matéria? Então envie-nos sugestões para as próximas, pois todas as terças-feiras traremos mais informações ao nosso blog. Envie-nos também suas dúvidas, para criarmos um espaço cada vez mais interessante para os nossos clientes!

Casa Abrigo Pederneiras


Postado em 14/08/2014 - 23:51 por Administrador

 

 

 

 

 

Quando chegamos a 12.500 curtidas na fanpage em 15/07, decidimos publicar uma vez por mês uma matéria solidária no blog. O objetivo é simplesmente

aproveitar hoje os nossos 13 mil seguidores, que representam uma grande plataforma para divulgação e ir além dos objetivos comerciais da loja.

 

Vamos divulgar todos os meses um  trabalho social, grande ou pequeno, que esteja fazendo a diferença. Não pedimos dinheiro e nem divulgamos qualquer

conta bancária para depósito. Mas damos sim o contato da instituição e formas alternativas de ajuda. Quem se interessar, pode ficar à vontade para conhecer

e ajudar, da maneira que lhe convier.

 

Hoje vamos apresentar a Casa Abrigo de Pederneiras.

 

A Casa Abrigo presta serviços de acolhimento provisório para crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos, afastados do convívio familiar por meio

de medida protetiva (ECA, Art. 98), e em função de abandono, maus tratos ou cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente

impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção. As crianças e adolescentes são encaminhadas para a entidade através do Conselho

Tutelar e ou pelo Poder Judiciário.

 

COMO AJUDAR?

 

1.  Já existe um terreno para a futura construção da nova sede, porém a obra ainda não foi iniciada, por falta de verbas.  Construtoras, empreiteiros e                                                                                 lojas de materiais de construção da região, procurem saber sobre esse projeto e, quem sabe, fazer parte desse time!

 

2.  Material de limpeza e higiene pessoal são sempre bem-vindos. A Casa disponibiliza uma lista, pois as necessidades sempre mudam de acordo com                                                                        a faixa etária das crianças que estão lá no momento. Entrando em contato, será fácil saber o que é mais urgente.

 

3. Notas fiscais que não foram digitadas como CPF do comprador, podem ser depositadas nos pontos de coleta em supermercados ou entregues na                                                                           própria Casa Abrigo.

 

Podemos assegurar que, qualquer um de vocês que puder conhecer o trabalho realizado dentro desta entidade, ficará tão encantado quanto nós ficamos,                                                                 com o carinho e a dedicação de todos.

 

Queremos agradecer à Elisabete Bueno e Lucelene Oliveira por terem sido tão amáveis em nos receber e nos apresentar a esse trabalho. Seu telefone                                                                 de contato é o (14)3283-3558 e o e-mail é o casaabrigopederneiras@hotmail.com.

 

Não deixem de conhecê-los!

 

Um abraço,

Adriana

 

Blog Solidário


Postado em 15/07/2014 - 21:46 por Administrador

 Hoje chegamos a 12.500 curtidas no site, no dia 15/07. Números tão redondinhos, que parecem um marco... e porque não fazê-lo?

A proposta é a seguinte: Não podemos ter uma página com 12.500 pessoas conectadas, sem um fim também social, humano. É uma ótima oportunidade para se conectar pessoas, divulgar coisas que agregam valor e fazer uma corrente para o bem. Serão pequenos e grandes trabalhos, de gente legal e solidária, que às vezes não são conhecidos do público, mas que merecem nossa atenção.

Vamos então divulgar no blog, no dia 15 de cada mês, uma instituição, uma pessoa, um trabalho que esteja fazendo efetivamente a diferença, o bem ao próximo. Não vou divulgar contas para depósitos e nem pedir contribuições. Vou pedir a atenção de cada um dos leitores para cada caso e, se houver interesse, os meios para contato.

Não podendo ajudar, ajude-nos compartilhando e divulgando também!

Para inaugurar esse espaço, vou apresentar aqui a história que me caiu no colo hoje à tarde e que acabou por desencadear a ideia toda.

Apresento a vocês a Priscylla Dias e o Alexandre Petrilli. Eles não são uma ONG, uma instituição formal e nem um canil. Eles são pais, sim, de 12 cães que foram chegando à procura de um lar provisório e encontraram na casa deles o seu lar definitivo.

O terreno grande onde eles moram permite que os cães tenham espaço para correr e ter liberdade. Os mais velhos vão acolhendo os mais novos e assim a família cresceu, naturalmente.

Ao longo do ano, a Pri e o Alexandre dão conta do recado, mas às vezes o bicho pega. Agora com esse frio a demanda por cobertores, casinhas, colchonetes e roupinhas cresce bastante. O consumo de ração também é maior e um deles, o mais velhinho, precisa de um alimento especial para problemas nos rins.  A época das vacinas também está chegando e tudo isso junto gera uma despesa muito alta.

Eles moram em São Carlos, no interior de SP e cuidam do Giselo, do Jorginho, do Jão e de todos os outros com o maior carinho e atenção. Vamos ajudá-los?

No face, os endereços deles são:

https://www.facebook.com/priscylla.dias?fref=ts

https://www.facebook.com/alexandre.p.petrilli?fref=ts

E o telefone para contato é o (16) 98200-9637

Boa sorte Pri e Alexandre! 

 

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